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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Situação económica das famílias em Odivelas está a agravar-se

O líder parlamentar do Partido Socialista, Alberto Martins, visitou, ontem de manhã, o Centro Comunitário Paroquial da Ramada, no concelho de Odivelas, acompanhado pelo deputado Pedro Farmhouse, pela Secretária Nacional, e Presidente de Câmara, Susana Amador, e pelo Presidente da Concelhia de Odivelas, Hugo Martins.

Numa ação inserida na iniciativa “Combate às desigualdades e exclusão social”, Alberto Martins explicou que “a visita mostrou claramente o alastramento da pobreza e da pobreza envergonhada, constatando-se o agravamento da situação económica das famílias de mais baixos rendimentos”.

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Susana Amador, eleita vice-Presidente da ANMP, defende a Escola Pública e o Poder Local Democrático no Congresso realizado este fim de semana em Santarém

"Os municípios são os defensores da Escola Pública, com a construção de equipamentos modernos, na promoção da igualdade no acesso ao ensino, nos apoios sociais, bem como, em muitos casos, na oferta dos manuais escolares” (Susana Amador) 

A Presidente da Câmara Municipal de Odivelas, Susana Amador, eleita Vice-Presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) no Congresso desta associação que decorreu, dia 23 de novembro, em Santarém, defendeu, no discurso proferido, o papel determinante que o Poder Local Democrático teve no desenvolvimento e no progresso que o País viveu nestas quase quatro décadas do nosso regime democrático.“Os municípios deram passos de relevo para fazermos um Portugal moderno, ao construírem as infraestruturas indispensáveis a níveis aceitáveis de qualidade de vida e ao darem atenção crescente, nomeadamente, nos setores educativo, social e cultural. Os autarcas portugueses souberam desenvolver interessantes e diversificadas fórmulas de cooperação interinstitucional e entre os diferentes agentes políticos. E o Poder Local Democrático soube para isso gerar, estimular e alcançar os consensos políticos necessários, entre os diversos agentes políticos e os portugueses, independentemente da região, de idades, crenças, opções políticas ou estatuto social e económico”, afirmou a edil aos congressistas.

Susana Amador recordou que “durante várias décadas as populações sentiram e beneficiaram desse desenvolvimento social, educativo e cultural, bem como, os ganhos civilizacionais que, em boa parte por via do investimento autárquico (50% do investimento publico era efetuado pelo Poder Local), acrescentaram progresso e qualidade de vida às suas terras”, deixando ainda claro que “os municípios são hoje cada vez mais os grandes promotores da cultura, da valorização do património histórico, da preservação e recuperação das tradições e da dinamização e fomento da criatividade artística e cultural, contribuindo de forma determinante para a democratização da cultura, através da igualdade de oportunidades no acesso aos serviços e oferta culturais”.

A nova Vice-Presidente da ANMP expressou no Congresso que “são hoje os municípios os mais acérrimos defensores da Escola Pública, desígnio esse que se materializa na construção de escolas modernas, seguras e adequadas à aprendizagem das crianças e jovens, são os autarcas que promovem a igualdade no acesso ao ensino e o sucesso educativo, que combatem o abandono escolar precoce, através do fornecimento de refeições escolares, dos apoios sociais e dos transportes escolares, bem como, em muitos casos, oferecem os livros e manuais escolares para garantir que as crianças dispõem dos recursos pedagógicos adequados e necessários”, criticando por isso duramente o ataque ao Poder Local posto em prática pelo atual Governo, quer por via legislativa através dos diplomas que vêm atingido a autonomia do Poder Local consagrada na Constituição da República Portuguesa e na Carta Europeia da Autonomia Local, quer pela via da sua asfixia financeira, através dos sucessivos e crescentes cortes nas transferências financeiras para as Autarquias, que em muitos casos começam já a colocar em sério risco a sua ação e a intervenção social junto das respetivas populações, a qual tem sido determinante na atual situação de grave crise que o País atravessa e que tem atingido de forma brutal os portugueses.

Conhecida pela sua intransigente defesa da Escola Pública, Susana Amador terminou a sua intervenção defendendo que “urge rever o regime jurídico do transporte escolar,  a portaria que estabelece o ratio de Pessoal Não Docente no apoio escolar, os sistemas de matriculas devendo a área de residência constituir critério prioritário, ressarcir os municípios pelas despesas relativas ao transporte de crianças deslocadas fruto do reordenamento da rede que nos foi imposta, bem como o modelo de financiamento em que assenta o transporte escolar por claramente estar subfinanciado. Igualmente é vital proceder á revisão do DL 144/2008 relativo aos contratos de execução por se encontrarem desatualizados e desfasados, devendo os Municípios ser ressarcidos das dividas existentes em relação aos CAF’s no pré escolar.”

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Novos órgãos autárquicos instalados - Câmara Municipal de Odivelas





No passado dia 18 de Outubro, tomaram posse os novos órgãos municipais.

Com um maioria absoluta histórica, Susana Amador lidera, novamente, o executivo municipal, com os 5 Vereadores eleitos pelo Partido Socialista.









Susana Amador, Presidente
- Gestão Financeira e Aprovisionamento
- Auditoria Interna e Avaliação de Desempenho
- Recursos Humanos e Formação
- Comunicação e Modernização Administrativa







Hugo Martins, Vice-Presidente
- Obras Municipais
- Ambiente








Paulo César Teixeira
- Área Jurídica e Fiscalização Municipal
- Planeamento, Gestão e Ordenamento Urbanístico
- Desenvolvimento Desportivo
- Observatório da Cidade
- Tecnologias de Informação e Conhecimento
- Projetos Especiais








Fernanda Franchi
- Inovação Social
- Planeamento, Intervenção e Desenvolvimento Socioeducativos


Edgar Valles

- Saúde e Igualdade (inclui o CLAII)
- Cultura, Turismo, Património Cultural e Bibliotecas
- Proteção Civil








Mónica Vilarinho
- Licenciamentos, Atividades Económicas e Projetos Comparticipados
- Juventude


terça-feira, 9 de outubro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Já leu a sua nova Revista Municipal?

Revista Municipal - Setembro de 2012
Consulte aqui




No dia em que o Governo anuncia um brutal pacote fiscal, a Câmara de Odivelas alivia famílias e empresas do Concelho

Os sacrifícios impostos aos portugueses, que ingenuamente os aceitaram em nome da consolidação orçamental do País, falharam em todos os sentidos.

Os Portugueses vivem pior, o desemprego atingiu níveis históricos, a saúde e a educação sofrem cortes brutais, as autarquias são asfixiadas, os funcionários públicos são a única “gordura do estado” que se emagrece, as falências são aos milhares… os Portugueses cumpriram!

Mas do outro lado a execução orçamental falha em toda a linha e o défice atinge, no primeiro semestre 6,8% do PIB, muito, mas muito longe da meta a que o Governo se propôs.... o Governo falhou!

O PS tem alertado e apresentado propostas alternativas, mas os Autarcas Socialistas, que diariamente vivem junto dos seus Munícipes, que lhes fazem chegar pelas mais diversas vias o seu grito de revolta e de angustia, sentem que não podem ficar indiferentes.

E é por isso que, depois de uma profunda avaliação efetuada a todas as áreas e a todos os domínios da atividade municipal, e das possibilidades existentes de, em cada uma delas, serem encontradas novas formas de apoio à nossa população mais atingida pelos efeitos desta conjuntura esmagadora ganhou forma o “Programa Municipal Anti-Austeridade.

Este programa começa a ganhar forma através de medidas concretas - a Câmara Municipal de Odivelas aprovou:
1) Diminuição do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar aos Prédios Urbanos de 0,8 para 0,675 e  fixação em 0,4 para os prédios avaliados ao abrigo do CIMI, um ponto abaixo da taxa máxima que é 0,5.

2) Isenção de Derrama para todas as empresas que instalem a sua sede social no Concelho de Odivelas no ano 2013, e que comprovem ter mantido ou criado novos postos de trabalho face ao ano de 2012.

O Governo falha, mas o PS Odivelas diz presente!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

13ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Odivelas de 27 de Junho de 2012


- I
1 ANO DE GOVERNO, 1 ANO DE ASFIXIA DAS AUTARQUIAS

Assinalou-se esta semana o cumprimento de um ano sobre a tomada de posse do atual Governo da República, sustentado por uma coligação PSD/CDS, cujo primeiro-ministro é Pedro Passos Coelho.

Sim, foi há pouco mais de um ano que uma coligação negativa de interesses se uniu para “chumbar” o PEC IV e retirar o Partido Socialista da Governação, precipitando uma crise política e um pedido de ajuda externa.

Ora se para alguns os objetivos eram meramente eleitoralistas, procurando retirar espaço político ao PS, as intenções da direita iam muito além disso – a sede de chegar ao poder para cavalgar a ajuda externa e implementar um programa claramente ideológico de desmantelamento do estado social.

Se antes das eleições o PEC IV era demais:
O PSD chumbou o PEC 4 porque há um momento em que se tem de dizer basta. A austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento”;
A nosso ver, o último pacote de austeridade não iria potenciar o crescimento mas impor sacrifícios inaceitáveis aos membros mais vulneráveis da sociedade. Eram demasiados impostos e uma redução de despesa insuficiente”.
(palavras de Passos Coelho, enquanto candidato…)

Depois das eleições parece que afinal, não ia suficientemente longe. Aliás, nem o PEC IV, nem o Memorando de entendimento com a Troika, orgulhando-se o governo de ir muito para além dele: Pensionistas e Funcionários Públicos viram a sua massa salarial baixar consideravelmente, aumentam os impostos sobre o rendimento, o aumento do IVA sobre a restauração custa ao País 33.000 postos de trabalho, a educação sofre o maior corte deste o 25 de abril de 74, na saúde assiste-se a um aumento brutal das taxas moderadoras e a um racionamento inaceitável nos cuidados de saúde, a eletricidade e o gás aumentam a um ritmo alucinante.

Mas as Autarquias também estão na mira deste Governo, mais do que nunca.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Poder Local como 1º Pilar da Democracia


Muito recentemente, a Associação Nacional de Municípios Portugueses realizou um estudo de opinião, tendo em vista avaliar a importância do papel interventivo do Poder Local nos serviços prestados à comunidade e na relevância das suas estratégias para o desenvolvimento económico e sustentado do seu território e melhoria da qualidade de vida dos seus cidadãos.
Este estudo revela que a maioria dos inquiridos, além de evidenciarem o valorizado trabalho realizado pelas Autarquias em prol dos seus munícipes, consideram ainda ser incorreto que o Estado esteja, neste momento, a cobrar mais impostos e a transferir menos verbas para as Câmaras Municipais, retirando-lhes a capacidade de prosseguir com as suas estratégias de investimento em infraestruturas e projetos de intervenção social, educativa e cultural. Nesta circunstância, 75,8% dos entrevistados não concorda com esta postura e política do atual Governo, sendo ainda de salientar que 59,2% considera que se devia atribuir mais verbas para as autarquias e menos para o Governo, no que diz respeito ao conjunto das receitas do Estado.

A própria Resolução do Conselho Geral da ANMP faz ênfase ao facto do Poder Local ser um pilar basilar na organização e descentralização territorial, na democratização do investimento público e principalmente na melhoria da qualidade de vida das populações, com as tão indispensáveis políticas de proximidade e de contacto direto com os cidadãos. Citando este mesmo documento, Sem o investimento das Autarquias Locais, as populações da maior parte do território nacional não beneficiariam de qualquer investimento público.”
Inclusive, por ausência da intervenção da Administração Central, não são raras as situações em que os Municípios se sobrepõem as suas competências próprias, para darem continuidade às políticas sociais ao nível da educação, de intervenção junto dos idosos e deficientes, de apoio ao associativismo e à cultura, áreas, entre outras, tão importantes para o desenvolvimento sustentado dos nossos cidadãos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Como fazer demagogia política

Na 6ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Odivelas do passado dia 22 de Março, reunião essa pública por sinal, o Sr. Vereador Hernani Carvalho entendeu efetuar uma recomendação ao executivo municipal sobre as reuniões de Câmara Municipal, aproveitando a ligeireza para fazer referência às faltas da Presidente da Autarquia em Reunião, que se consideram despropositadas e de manifesto mau tom.
Importa deixar algumas notas que melhor espelhem o que têm sido as Reuniões de Câmara em matéria de presenças do Executivo Municipal e, simultaneamente, que coloquem no lugar respetivo, as competências dos eleitos num órgão municipal que vão muito para além das Reuniões, sejam elas de caráter Ordinário ou Extraordinário, até porque a Presidente da Câmara Municipal se pode fazer sempre representar pelo Vice-Presidente e nunca as suas ausências colocam em causa a discussão ou aprovação de qualquer ponto.
Ora, um Presidente de Câmara e a complexidade de tarefas, responsabilidade e o estatuto que lhe confere para representar o Município em qualquer ato público ou evento oficial, não é comparável a qualquer outro eleito do executivo municipal e isso, por si só, justificaria que a carga de agenda é diferente entre eleitos. Ainda assim, a Presidente de Câmara garantiu contudo uma presença de 65% em 2012 e de 81% em 2011.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Convenção Autárquica 2012 do PS Odivelas



Vai ter lugar no próximo dia 21 de Abril, Sábado, das 9h30 às 19h, no Centro de Exposições, a Convenção Autárquica do PS Odivelas.

Será um importante momento de reflexão acerca dos desafios que se coloca aos Socialistas e aos cidadãos em geral no concelho de Odivelas, no quadro de uma integração objectiva e progressiva no eixo da globalização de soluções na Área Metropolitana de Lisboa.

Contamos com a sua presença.


Programa:


Sábado 9:30
Acreditação 

Sessão de Abertura
10:00 / 10:40 
- Mário Máximo, Presidente da CPC do PS Odivelas
-Rui Cabral, Presidente da JS Odivelas
- Sérgio Paiva, Presidente da Assembleia Municipal de Odivelas
1º Painel
10:45/12:00
 “Odivelas Empreendedora ”
- Mário Máximo
Moderador: Paulo Pisco
Convidado: Rui Paulo Figueiredo
DEBATE

Coffee Break
10m

2º Painel
12:10/13:00
“Educação e Sociedade: um paradigma em mudança ”
- Fernanda Franchi
 Moderador: Célia Croca
Convidado: Valter Lemos
DEBATE

Almoço 13:00 às 15:00

Inicio dos Trabalhos

3º Painel
15:00/16:15  
“Obras Municipais: investimento e opções estratégicas”
- Hugo Martins
Moderador: Carlos Lérias
Convidado: Luís Jorge
DEBATE

4º Painel
16:15/17:15   
“Planeamento Estratégico – Que Futuro para Odivelas? A sustentabilidade do Concelho”
- Paulo César
Moderador: Florinda Lixa
Convidado: António Sousa
DEBATE

Coffee Break
15m

Mesa Redonda
17:30/ 19:00

“Poder Local de Proximidade em Odivelas”
Moderador: Miguel Cabrita
- Presidentes de Junta de Freguesia do PS
DEBATE

Sessão de Encerramento
19h00
- Marcos Perestrello
- Susana Amador
- António José Seguro (a confirmar)





sexta-feira, 13 de abril de 2012

4ª Reunião Extraordinária da Câmara Municipal de Odivelas de 12 de Abril de 2012


 


I
Prestação de Contas do Município 2011

“É nos momentos difíceis que o Município deve dizer presente”



Os eleitos do Partido Socialista apresentaram uma declaração relativa à Prestação de Contas de 2011, da qual se apresenta síntese:

Tudo indicava, e verificou-se, que iríamos ter um cenário que traria dificuldades financeiras acrescidas para as famílias e para as empresas, mas também para o Município de Odivelas.

 Apesar de todas as adversidades que se fizeram sentir durante o ano de 2011, não desanimámos nem baixámos os braços, porque apesar das difíceis condições com que nos deparámos era, e é, nosso dever continuar com o impulso de desenvolvimento que temos conseguido imprimir no nosso território, mas exigiu de todos nós um trabalho muito exigente, na determinação das prioridades ao nível da gestão dos recursos municipais.

Não obstante o cenário difícil para as Autarquias, empresas, famílias, num contexto de quebra de receita, tínhamos para 2011, 5 grandes objetivos para os quais trabalhámos de forma empenhada:

1. O saneamento financeiro da autarquia para podermos manter margens adequadas de limites ao endividamento, e em que nos propúnhamos diminuir em 20% as dívidas a credores e, apesar de todas as contingências, conseguimos reduzir a dívida total do município em 15,8%, sendo que na dívida a terceiros reduzimos 16%, a que acresce ainda uma redução de 10% na despesa do município.

2. A coesão social, com a concretização de obras sociais de apoio a idosos, crianças e pessoas com deficiência; Componente de Apoio à Família, livros escolares; habitação social e centros de saúde, entre outras áreas, em que também aqui:

·      Conseguimos não descurar o apoio em matéria de educação, nomeadamente em termos de refeições e livros escolares;

·      Concluíram-se as obras da Casa das Granjas, já inaugurada, com valências na área da Deficiência (34 utentes), 3.ª Idade (100 utentes) e Infância (66 vagas);

·      Concluíram-se as obras do Centro Paroquial de Famões, com valências na área de 3.ª Idade e Infância; e,

·      Tudo fizemos para que fosse possível a construção das quatro novas Unidades de Saúde Familiar, que estavam previstas, mas ainda assim conseguiu-se garantir a construção de duas dessas unidades, na Póvoa de Santo Adrião e na Ramada;


3. A regeneração urbana e recuperação do Centro Histórico de Odivelas, em que não esquecemos a vertente sul e conseguimos pôr em marcha as obras de recuperação do Centro Histórico;

4. O planeamento estratégico como garantia para o futuro e ao serviço das pessoas, área em que continuámos os trabalhos do PDM, e que se encontra em fase de conclusão e tudo fizemos, para que pudéssemos avançar com uma proposta para a resolução das áreas da distribuição de água e resíduos sólidos urbanos, que nos permitirá optar por modelos gestionários que tragam um melhor serviço às nossas populações e, se possível, com redução de custos;

5. A cultura, área em que aumentou a procura cultural, com 53000 espectadores na Malaposta, as comemorações dos 750 anos do nascimento do Rei D. Dinis, que ainda decorrem, a realização da Bienal Lusófona, entre outras ações e apoios a associações de carácter cultural. Ao nível do património e espaço público de qualidade como motor de identidade territorial, continuámos o nosso esforço na sua preservação.

Dissemos que estariam no topo das nossas preocupações as áreas sociais, ou seja, as pessoas e de entre estas as mais vulneráveis, porque as adversidades reclamam sempre a nossa atenção e o nosso combate, para que sejam apoiadas as pessoas que mais precisam e que mais expostas estejam às dificuldades dos tempos que atravessamos, e estiveram sempre no centro das nossas ações, e foi isso que fizemos em acentuado esforço financeiro.

Apesar de tudo continuámos a fomentar o crescimento económico e a criação de emprego, mantendo a isenção da derrama as novas empresas com três novos postos de trabalho e mantivemos o apoio à elaboração dos processos de candidatura ao Microcrédito, no montante de 78.000 euros e a projetos de investimento que criaram 73 novos postos de trabalho num montante de investimento de 737.350,21€.

Do quadro financeiro destacamos com preocupação, que a receita arrecadada pelo município em 2011, num total de 64.281.981,44 €, representa uma diminuição de 5.061.377,01 € face a 2010, que traduz um decréscimo de 7,3 %.

Por outro lado, e apesar desta quebra de receita, a dívida total do município, incluindo os empréstimos a médio e longo prazo (empréstimos bancários) e a dívida a fornecedores, registou uma variação de -8.671.795,19 €, o que significa uma dívida inferior a 2010 de -15,8%.

Este esforço na diminuição da dívida teve que ver com o cumprimento dos compromissos assumidos perante as entidades bancárias, em que se verificou uma redução de 4.672.913,57 €, pelo que esta dívida de médio e longo prazo, no final de 2011, se situou nos 34.419.378,38 €.

No mesmo sentido, e no cumprimento dos compromissos ao nível das dívidas a terceiros, regista-se um decréscimo de 16,0%, da dívida a curto prazo, traduzindo-se numa diminuição de 3.998.881,61 €, face ao exercício de 2010.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Artigo de Opinião

"Não está o erro em desejarem os homens ser, mas está em não desejarem ser o que importa." (Padre António Vieira)

A Educação dos tempos atuais tem necessariamente que se adaptar às novas realidades e ao mundo global em que hoje vivemos. A Escola deverá ser um espaço de mudança autónomo, dispondo de meios adequados e baseando a sua vida e a sua ação na participação e na disponibilidade de professores, alunos, pais, funcionários, autarquias e comunidade.

Não basta falar de abertura da escola ao meio envolvente se não se estabelecer uma relação diferente entre educação formal e educação permanente, se a escola não for chamada a prestar serviços à sociedade, ou se a sociedade não compreender que a escola é uma instituição decisiva para a criação de uma cidadania esclarecida e atuante.

As autarquias locais têm compreendido essa necessidade de desafio constante, que deve ser o trabalho com a escola e com os jovens. A parceria feliz entre as autarquias e a escola tem inúmeras potencialidades, designadamente, em dimensões ligadas quer à vida ativa dos cidadãos, quer à formação de adultos, quer ainda à participação do mundo exterior à vida escolar. As competências crescentes no 1.º ciclo, e mais recentemente também no 2.º ciclo, e os programas existentes de combate ao abandono e insucesso escolar, revelam a capacidade de antevisão e o sentido de proximidade que o poder local sempre confere às políticas, tornando-as mais humanas, mais participadas, logo, mais eficazes nos resultados.

É preciso mais ambição nesta matéria, face à exigência de termos uma nova geração de políticas municipais mais depuradas e imateriais na área da Educação. "Descentralizar", "regionalizar" e "municipalizar" são palavras-chave que devem ser corporizadas em reformas dignas desse nome. Era esse o caminho que estava (e bem) a ser trilhado. E hoje, onde estamos? Para onde vamos? O que queremos da escola, dos professores, das autarquias e da comunidade educativa?

Susana Amador

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

É Natal! É Natal!



“Não sou da altura que me vêem, mas sim da altura que meus olhos podem ver.”

Fernando Pessoa

Eis que chegou de novo o Natal, chega sempre de mansinho, com uma brisa fria e mesclado de branco e cinza. É um tempo sempre inspirador, de emoções e em que nos sentimos sempre mais fraternos e solidários, espírito esse que deveria permanecer connosco todos os dias do ano, porque tal como diz Eugénio de Andrade “É urgente o Amor. É urgente permanecer”.

Este ano, devo dizer que sinto particular dificuldade em dizer “Feliz Natal!”, porque sei que é uma frase, que não tem apenas um cariz individual. O Natal e a felicidade são colectivos, implicam olhar para a sociedade e para a comunidade que nos envolve, a qual está mais pobre, mais triste e com menos esperança no tempo que atrás de tempo aí vem…

Que significado tem o Natal que deve ser tempo de luz, renascimento e esperança para os milhares de Portugueses que estão desempregados? Como é que podemos dizer Feliz Natal às centenas de crianças que vivem abaixo do limiar da pobreza e que as únicas refeições que fazem são as que o Município assegura? (desde Setembro passámos de 1 refeição diária para 3, já para prevenir essa situação). Como podemos dizer “Natal Feliz” aos nossos idosos que o passam sozinhos, isolados e excluídos de uma sociedade que “Não é para velhos”. Como podemos dizer Feliz Natal ao jovem licenciado que espera e desespera por um emprego que nunca chega?

Precisamente porque este é o tempo de uma vida nova iluminada por uma estrela que brilha mais do que as outras, temos que ser mais fortes, combativos, pró-activos e empenhar-nos em causas voluntárias e sociais. Podemos todos fazer mais e ser mais, porque os poderes públicos não podem ter todas as respostas, soluções e subsídios para todas as necessidades, somos todos elos de uma cadeia e seremos mais fortes se esses elos estiverem bem ligados, forem contínuos e coesos. Temos que “criar amor com os olhos secos”, como escreve Agostinho Neto no inesquecível poema “Criar”.

Para 2012, e ciente da conjuntura adversa e recessiva que atravessamos, o Município não vai cruzar os braços, não suspendeu o investimento, nem gritou “não fazemos” ,porque o Estado cortou severamente as nossas receitas. Como sempre, optamos por fazer, por ser actuantes, porque deve ser essa a génese do poder local.

O Orçamento Municipal para 2012 continua a aposta firme nas funções sociais, na educação e no desenvolvimento humano, pilares vitais da coesão e equidade. Entendo que a principal riqueza do Município de Odivelas é a sua população, na sua diversidade étnica, cultural, religiosa, de género e geracional. Odivelas valoriza a diferença como fonte de criatividade, inovação e competitividade, de modo a possibilitar a inovação nas políticas sociais, educativas, desportivas e culturais, através da eliminação de barreiras que concorrem para as assimetrias existentes e na promoção da igualdade de oportunidades no acesso a padrões dignos de qualidade de vida para todos.

Promover o desenvolvimento sustentado no âmbito de políticas de habitação, social, saúde, igualdade e cidadania foi assim erigido a objectivo estratégico e corporiza-se na política educativa, na criação de 1000 novas respostas sociais, na área da 3ª idade, infância e deficiência, e na consolidação de projectos inovadores como a recente loja social, nos quartos para os sem abrigo fruto de Protocolo com a Associação “Comunidade Vida e paz”, na hipoterapia para crianças com necessidades especiais (projecto que recebeu em 2011 Prémio de Boas Práticas por parte do Ministério da Educação), no projecto SEI, que combate o insucesso escolar (recebeu em 2011 Menção Honrosa na categoria “melhor município para estudar”) e que deve ser fonte de orgulho local.

Mas o nosso trabalho só está completo se contarmos com a sua participação, neste Natal mude algo na sua vida e inscreva-se no nosso Banco Local de Voluntariado, “Ofereça uma casa” e apoie o Complexo de Sta. Teresinha (num comércio perto de si…), ou participe na dinâmica do seu bairro, em iniciativas solidárias como a das Colinas Bike Tour, que este ano em articulação com três Associações de Pais (que sabem fazer a diferença) recolheram mais de 900 brinquedos e distribuíram prendas envelopadas em sorrisos e afecto.

Enfim abra o seu coração “aos vocábulos de luz que trazem a manhã guardada na secreta bagagem da Alegria”, vai ver como dizer Feliz Natal terá muito mais sentido!

Susana Amador

terça-feira, 29 de novembro de 2011

9ª Reunião Ordinária da Câmara Municipal de Odivelas






I

Orçamento Municipal para 2012
Responder às exigências do tempo presente, com visão estratégica de futuro!

Nos últimos anos as Autarquias em geral (e Odivelas tem sido um excelente exemplo disso mesmo), têm-se aliado ao esforço nacional de consolidação orçamental e, apesar dos cortes sucessivos de transferências do estado e da quebra abrupta de receitas próprias, têm conseguido fazer mais com menos e, ao mesmo tempo, cumprir as suas obrigações, encetando uma recuperação de dívida bem mais consistente do que a Administração Central.
A proposta de orçamento de estado apresentada pelo Governo e que se encontra em debate na Assembleia da República, impõe novos cortes e restrições severas aos Municípios e Freguesias, que muito nos preocupam porque significam entraves significativos à nossa capacidade de acção e, consequentemente, ao serviço prestado aos cidadãos e ao apoio prestado às forças vivas do nosso Concelho.
Têm sido as Autarquias Locais os principais apoios às famílias e aos cidadãos nestes tempos de crise, levando a efeito os seus “planos de emergência social”, muito para além das vagas intenções manifestadas pelo Governo.
À assunção de cada vez mais competências e ao apelo constante das populações de auxílio social contrapõem-se os cortes de transferências impostos pelo Orçamento de Estado, e a redução de funcionários e dirigentes o que configura um quadro em que os desafios são cada vez mais complexos e difíceis de gerir.
As transferências provenientes do Orçamento Geral do Estado (Fundo de Equilíbrio Financeiro, Fundo Social Municipal e IRS) são reduzidas em cerca de 765 mil euros, por comparação com o ano de 2011.
Também as receitas próprias se encontram em queda, apresentando apresenta um decréscimo nas previsões de cobrança na ordem dos 9,0%. Realce para o Capítulo Imposto Directos, que representa 31,4% do total da receita municipal, onde a diminuição prevista é na ordem dos 8,9%.
Consequentemente, o Orçamento para o exercício de 2012 é o Orçamento de menor valor desde de2003.
Perante este cenário, o orçamento de 2012 representa um enorme desafio.
Terão de existir cortes, são inevitáveis, mas tudo fizemos para manter o nível de investimento no apoio às famílias e às instituições socias, num momento tão complexo em que estas tanto precisam de nós.
Os eleitos do Partido Socialista continuam, como até aqui, firmemente empenhados no caminho da consolidação do equilíbrio financeiro e da realização investimento de que ainda carece o nosso território, não obstante as inúmeras dificuldades que esse caminho encerra.
Em suma, o Orçamento Municipal para 2012, assenta, assim, nos seguintes pilares:

1)      Equilíbrio Económico-Financeiro

Orçamento 2012 será um orçamento centrado na redução da divida global do Município, quer da divida de médio e longo prazo contratualizada com instituições financeiras, quer da dívida a fornecedores, o que vai exigir um elevado grau de rigor na execução orçamental durante o decorrer do ano de 2012.

2) Desenvolvimento Humano e Social

Face à complexa situação em que se encontram as famílias (saliente-se que apesar de Odivelas apresentar sempre taxas de desemprego mais baixas do que a média nacional, este tem vindo em crescimento, tendo, pela primeira vez, no mês de Setembro, sido ultrapassada a barreira dos 6.000 inscritos no Centro de Emprego) serão mantidas um conjunto de medidas de apoio social, nomeadamente, no apoio directo às famílias no campo da habitação social e em auxílios no âmbito da acção social, educação e desporto.
O banco de bens doados, a inovadora Loja Social e o banco de voluntariado, projectos que o Município tem vindo a implementar (apesar do estranho desconhecimento manifestado pelo Vereador Paulo Aido…) terão, também a sua continuidade.

3) Dinamização Económica Local

Entendemos que o Município deve continuar a manter o seu papel de agente catalisador da economia local irá dar continuidade às acções para Recuperação do Centro Histórico da cidade de Odivelas e na Reconversão da Vertente Sul, que engloba um conjunto de acções de reconversão urbanística, ambiental, social e de dinamização cultural e manteremos os programas de promoção do emprego e do empreendedorismo.

4) Participação Pública, Juventude, Cidadania e Governação Local

Retomaremos, igualmente, o Orçamento Participativo, bem como a criação do executivo jovem e orçamento participativo jovem, que terão o objectivo de serem fóruns alargados de discussão do concelho, de apontar caminhos e chamar os munícipes a pensar, connosco, o futuro do concelho.
Para intervenções ao nível da rede viária, sinalização e estacionamento encontra-se previsto 1 Milhão de EurosPara o PS, este é um Orçamento de responsabilidade Social que não descura as Funções Sociais, o que, aliás, é mesmo reconhecido pela oposição.
Este é um Orçamento que advoga uma visão estrutural onde se projectam estratégias que vão além da conjuntura dado que as dificuldades financeiras não devem ser uma adversidade em si mesmo, mas um motor para desenvolvermos mais racionalidade nos meios e inovação na acção.


II
Serviços Municipalizados
Este é o tempo da DECISÃO e da ACÇÃO!

Desde a criação do Concelho de Odivelas que o serviço prestado pelos SMAS de Loures no nosso território se tem vindo a degradar de forma progressiva e insustentável, com graves consequências para o dia a dia dos cidadãos e das empresas sedeadas neste Concelho.
Resolver este grave problema tem sido uma prioridade da gestão municipal.
A Câmara Municipal de Odivelas tem desde há anos procurado, de forma dialogante e activa mas sem êxito, uma resolução intermunicipal da situação dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Loures, cuja partilha ficou por resolver em 1998 aquando da criação do concelho, e nos quais nunca teve nem representação no Conselho de Administração nem participação directa ou indirecta na gestão.
Igualmente sem êxito, tem insistido junto dos responsáveis dessa entidade, encarregue destas matérias no território de Odivelas, na necessidade imperiosa de fazer investimentos infraestruturais e materiais e de, pelo menos, melhorar a capacidade de resposta aos problemas concretos das populações quando estes surgem.
Na sequência de diligências efectuadas junto do então Secretário de Estado Adjunto e da
Administração Local, foi constituída uma comissão, arbitrada pela DGAL, que tinha como missão alcançar um acordo com vista à partilha e à obtenção de uma solução, que deveria ter sido conseguida até 30 de Novembro do mesmo ano.
No entanto, as posições inflexíveis assumidas pelo Município de Loures relativamente a um conjunto de matérias, com especial enfoque para a compensação resultante da partilha do Património Imóvel e a respectiva valorização, as participações sociais originárias detidas pelo Município de Loures em empresas com directa e especial relação com a actividade prosseguida pelos SMAS, a partilha de pessoal e o futuro Modelo de Gestão a adoptar, inviabilizaram o sucesso das negociações e a obtenção de um acordo.
Apesar deste revés, nunca deixámos de tentar chegar a um acordo.
É importante lembrar que o Programa Eleitoral maioritariamente sufragado pelos Munícipes, Poder Local de Confiança – Vencer 2009 – afirmava claramente o compromisso do PS na “resolução definitiva do processo técnico e empresarial dos SMAS, na continuação da reformulação da rede e substituição de condutas, eliminando os cortes de água e a na implementação de um
serviço de qualidade acrescida e de valorização ambiental adequado às exigências de um concelho moderno.”
Espelho desta prioridade absoluta, foi o facto de, apenas 7 dias após a tomada de posse, ter-se realizado uma nova reunião. Mas, mais uma vez, manifestado toda a disponibilidade a resolução definitiva do processo SMAS, com base na solução intermunicipal, a resposta foi uma categórica recusa. O Conselho de Administração dos SMAS, informou que não existia disponibilidade para integrar qualquer representação de Odivelas, e que cada Município devia encontrar as suas próprias opções para o abastecimento de água e para a recolha de resíduos sólidos.
A Câmara Municipal de Odivelas esteve, sempre no processo de diálogo com a Câmara Municipal de Loures, com a total transparência e espírito de colaboração, o que não significa que abdique dos mais elementares princípios de justiça e de equidade que devem nortear quem defende a causa pública.
Este não é um processo partidário, os eleitos do Partido Socialista assumiram, desde sempre a defesa dos interesses supremos do Município de Odivelas e dos seus Munícipes, nunca abdicando dos princípios que entendem como essenciais.
Esgotadas todas as vias de diálogo que pudessem levar à solução inter-municipal, o tempo é
de acção e de decisão.
Por essa razão, foi encomendado um estudo, Caracterização e de Diagnóstico de Infra-Estruturas de Água e Saneamento e de Viabilidade Técnico-Económica, não obstante as numerosas dificuldades impostas pelo Conselho de Administração dos SMAS durante a realização do estudo, em especial no que diz respeito ao acesso a infra-estruturas.
As conclusões são muito claras.
Se o Município de Odivelas optasse pela Gestão própria, os resultados económicos do Serviço serão bastante penalizadores para o Município e para os Munícipes.
É importante ter em linha de conta que para esta opção seriam necessários mais de 21 Milhões de Euros de investimento (5 Milhões só no primeiro ano), que o Município teria de realizar, não existindo qualquer retorno financeiro durante os primeiros 16 anos, o que financeiramente seria absolutamente incomportável e comprometeria, seriamente, a viabilidade financeira do Município de Odivelas.
A opção da Concessão apresenta várias vantagens, designadamente a manutenção do equipamento na esfera pública, a assumpção total do risco por parte do parceiro privado, encaixe de receita por duas vias (retribuição directa e derrama), investimento não sujeito aos limites ao endividamento público, supervisão do serviço e aprovação de tarifários pelos órgãos municipais e absorção de pessoal por parte da concessionária.
É importante que fique claro que estamos do lado dos trabalhadores e tudo faremos para que não sejam destruidos os posto de trabalho, não por imposição legal, porque não são responsabilidade do Município, mero cliente dos SMAS de Loures, mas por obrigação ética e moral.
A proposta apresentada pelos Vereadores da CDU, de reatamento das negociações com o Município de Loures durante mais 60 dias, após os quais o Município deveria avançar para a criação de SMAS próprios, não é séria, carece de fundamentação e apenas tem como fim último ser uma arma de arremesso político. Serve meramente interesses partidários, não serve os Munícipes nem o Município de Odivelas.
Este não é tempo de voltar uma e, outra vez a bater em porta fechada, que nada mais adiantaria do que perder o tempo que os cidadãos e empresas deste Concelho já não têm. Este é o tempo da decisão e da acção é o tempo dar aos Munícipes do Concelho de Odivelas soluções para um dos problemas que mais os preocupam e que mais impactos tem na qualidade de vida.
A via que a CDU defende não é mais do que uma estrada sem saída, para mais quando os SMAS são o maior devedor das Águas de Portugal, têm dividas imensas à SIMTEJO e estão claramente descapitalizados, basta verificar as deficitárias condições dos trabalhadores, tantas vezes denunciadas pelos sindicatos, e a falta de investimento em viaturas e infra-estruturas.
Acresce que foi com muito esforço que o Município de Odivelas diminuiu em 12 M€ a sua dívida global em seis anos e foi, também, com muito esforço que pagou todas as dívidas encontradas em 2005 aos SMAS, estando agora na confortável posição de credor.
Associar-nos, actualmente a uma empresa com tão frágil situação financeira é colocar em causa a nossa própria sustentabilidade e esse caminho não o queremos percorrer, a bem dos
nossos Munícipes e das expectativa legítimas que em nós depositam.


O Gabinete de Comunicação e Gestão das Redes Sociais da
Comissão Política Concelhia do PS Odivelas
 
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